The Corner Club

Onde se comenta a narrativa enquanto se beberrica chá. AVISO: Segue-se conteúdo sugerido a adultos.

O Zé Lê “O Filho de Odin”, de João Zuzarte Reis Piedade – Capítulo 8

Os gritos dele ecoavam pelos corredores, mas ninguém, a não ser os seus captores, o iria ouvir.

Zé não conseguia ver através da venda sobre os seus olhos, mas sabia quanto baste em quanto sarilho se encontrava. Dois capangas, altos e espadaúdos, mais que suficientes para manter a sua badocha constituição em cheque, arrastavam-no. Estrebuchar à louca não funcionava. Insultar as suas mãezinhas era inútil. Ofereceu o seu peludo rêgo para afagar pilas que, concluíu ele, tinham de ser possantes, mas nem isso os seduziu a soltarem-no. Tentou dar um pontapé na canela de um energúmeno, mas descobriu rapidamente que não fazer exercício algum durante meses a fio não o transformava no Jason Statham, e começou a uivar com câimbras.

O seu único recurso agora era chorar que nem uma idosa forçada a assistir à execução pública da Teresa Guilherme.

A imagem mental disso mesmo foi o seu único conforto.

Uma porta abriu-se ruidosamente algures à sua frente. Enquanto o transportavam para parte incerta, Zé cogitava e lamuriava. Porquê ele? Que tinha ele feito para merecer tal coisa? Estava ele a desfrutar da sua casa, acabadinho de organizar os seus baralhos de Magic: The Gathering, vício encorajado pelo seu melhor amigo durante a sua estadia na Madeira. Tinha acabado de chegar da caverna de Ali-Babá que era a loja de hobbies que tinha nem a três minutos da porta de casa. Estava contente, entusiasmado, tinha até ganho uma partida no seu primeiro Friday Night Magic de sempre.

De repente, tinham entrado no seu quarto, metido um saco preto pela cabeça abaixo, e quando estava prestes a ousar-se protestar o estado das coisas, tumba!, levou com um sopapo no carrolo.

Parecia-lhe que tinham entrado numa sala qualquer. Vozes trocavam murmúrios que Zé não conseguia ouvir, porque tinha os ouvidos ainda a tinir da viagem de avião. Aquilo estava a dar-lhe a volta ao estômago e, de repente, começou a sentir a sua indignação vir ao de cima novamente. Antes que os pudesse mandar a todos pró caralho, sentaram-no, com força e sem um pingo de misericórdia ou consideração, numa cadeira, atando as suas mãos às suas costas.

Tiraram-lhe a venda com um gesto brusco. Zé pestanejava, fechando os olhos à luz brilhante que um estupor qualquer lhe apontava à cara.
– Que raio se passa aqui? Mas que porra, meu?! – vociferava, indignado.
Um vulto coberto de sombras, do outro lado da mesa, inclinou-se para a frente.
– Você não tem cumprido com o acordado, meu caro – disse, voz grave e máscula.
– Mas que raio quer você dizer com isso? Quem porra são vocês? Eu não tenho nada acordado com gente nenhuma!
– Você não é, então, o proprietário do blogue de crítica literária denominado “The Corner Club?” – o homem pegou num dossier, deslizando-o sobre a mesa. Desajeitadamente, Zé agarrou-o, largando um gemido à gaja.
Não havia maneira de escapar daquilo. Tinha a certeza alguma que quem estava por detrás disto.
– São capangas do Zuzarte, não são? – disse, gemendo só um bocadinho.
– Quem nos emprega não é um facto que seja de relevância à presente conversa – o seu interlocutor respondeu.
– Sir Appleby, é você? – Zé perguntou.
A voz pareceu ficar irritada.
– Oh, cale-se. Agora oiça bem. Você não mete um artigo que seja há meses. Estamos … descontentes.
O tom de voz do seu captor fez com que Zé mijasse um bocadinho nas calças.
– Queremos – continuou, – que você re-estabeleça uma contribuição regular à instituição que ministra, de forma a que toda a verdade sobre os vitupérios rendidos em forma escrita que a pessoa vulgarmente denominada como sendo João Zuzarte Reis Piedade produziu continue a conhecer a plena luz do dia e o pleno conhecimento do público alargado que a sua admitidamente fraca audiência alcança.
– Você é mesmo o Sir Humphrey Appleby!
A voz conteve um grunhido de raiva. Antes que pudesse dar som ao seu protesto, Zé continuou.
– Portanto, quer que continue a achincalhar o Zuzarte?
– Precisamente.
– Então porque porra você raptou-me?! – Zé berrou, não muito alto, porque o leve cheiro a fezes derramadas começava a emanar da sua cueca.
– Porque vamos certificar-mo-nos que você continue a produzir o conteúdo de alta qualidade a que estamos acostumados, sem que você se distraia com … joguinhos de cartas.
A coragem despertou no coração de Zé.
Magic, um joguinho de cartas?! – vociferou, indignado. – Pois fique sabendo que — –
– — você continuará com todo o gosto – a voz concluiu, colocando perigosa ênfase nas suas palavras. – Será restituída a sua liberdade quando tiver escrito algo de decente comprimento para apaziguar os ânimos das massas. Estamos entendidos?
– Mas eu estava prestes a fazê-lo, meu grandessíssimo idiota!

A voz calou-se. O seu silêncio parecia encher e engrossar tão rapidamente quanto a cueca de Zé. Num canto, um capanga começava a queixar-se do cheiro da sua cobardia.
Após a longa pausa, a voz falou, finalmente.
– Levem-no para a sala. Alimentem-no a postas de salmão e saladas. Talvez curem a qualidade pestilenta destas … purgas corporais. Não o deixem sair até que tenha pelo menos um artigo para nós. E metam-no a tomar banho, por amor da Santa.

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Olá, minha gente! Saudades? Claro que tiveram. O Zé Lê é o repasto cerebral para a mente a precisar de um certo escoar das frustrações do dia-a-dia.

É uma infelicidade que tenha dedicado muito pouco, ou quase nenhum, tempo a esta rúbrica durante o Verão.

As razões são várias. O Filho de Odin, como deverão saber, foi deixado em Lisboa – cidade maravilhosa à qual regressei há um dia atrás. Por mais que queria ter continuado com o achincalhanço, foi simplesmente impossível. Apesar de ter outros livros na calha, nenhum, vá lá, inspirou-me grande vontade de interromper o meu descanso e escrever um artigo.

Quê? Downspiral? Que é isso? Vão chatear outro, tou a tentar derrotar o baralho de artefactos do César.

Quê? Downspiral? Que é isso? Vão chatear outro, tou a tentar derrotar o baralho de artefactos do César.

Foi com prazer, pois então, que pus-me a ler o capítulo 8, durante um intervalo para o escoar das tripas.

As experiências não foram mútuamente exclusivas.

Ok. Vamos a isso.

Um dos processos pelos quais uma personagem, especialmente um protagonista, passa, é o arco dramático. É algo relativamente simples de se percepcionar, habituados tanto quanto estamos a ver, ouvir, ler ou jogar histórias; o protagonista começa a história num certo ponto e, à medida que a história se desenvolve, o protagonista acompanha o desenrolar dos acontecimentos com o seu próprio desenvolvimento. A personagem cresce, adapta-se, descarta peso morto, tornando-se numa pessoa melhor, ou pior, consoante o tipo de história. Um agricultor que, depois de muitas peripécias, torna-se no líder de uma rebelião contra um despótico imperador, uma inocente rapariga obrigada a amadurecer e a adaptar-se quando se encontra num ambiente perigoso para si e para os seus … os exemplos são imensos, e vemo-los em qualquer boa história. É um dos principais ingredientes para a verisimilitude de qualquer personagem.

Não é imediatamente requerido que tal coisa se passe. Afinal de contas, muitos de nós deambulamos pela vida sem que muitas das coisas que nos acontecem nos alterem de forma significativa, situações onde a falta de impacto simplesmente nos deixa indiferentes. Alguns desses momentos podem originar boas histórias, mas tendem a necessitar alguém capaz de contar uma história de forma assinalavelmente bem. Não queremos que uma história tenha ou muito pouca ou muita acção a estragar o passo e o desenvolver das personagens.

Para além disso, queremos que as personagens tenham traços com os quais nos podemos identificar. Como já disse há uns artigos atrás, é perfeitamente possível termos um protagonista atraente, geralmente simpático, com talento, recursos e inteligência a rodos, um protagonista com todas as benesses e mais algumas. É uma figura idealizada, através da qual somos capazes de viver as nossas fantasias, mas que pode muito bem ser humanizada e tornada interessante por si mesma tanto quanto aquilo que se torna possível explorar com ela. Não é coisa que um noviço na arte de escrever se deva aventurar a fazer – geralmente, é bom estabelecermos personagens com profundidade, que tenham falhas reconhecíveis e virtudes humanas, porque a maioria de nós é um saco misto de coisas boas e coisas más.

Ora, isto poderá soar a dejá-vú, mas o Zuzarte esteve-se nas tintas para tudo isto. Os dados dizem que escreveu isto tinha ele catorze anos, mas podia jurar que foi um rapazola de onze a conceber a história, alguém que, no fervor da infância, aglutinou todas as coisas super-fixes dos desenhos animados e afins que ia vendo. A cada novo capítulo, mais coisas fixes acontecem que dão a Jonatã mais poder que o comum dos imortais. Flechas bomba-nuclear? Com certeza! Transforma-se num super-guerreiro nórdico? Porque não? Comanda um exército de valquírias que ressuscitam milhares num piscar de olhos? Pff, fácil. Fala com o Deus Omnipotente, Criador do Céu e da Terra, a magna figura judaico-cristã? Pá, são uns amigalhaços.

Porquê eu? Já não chegava o Odin?

Porquê eu? Já não chegava o Odin?

Como é que se pode levar o que quer que esteja nisto a sério? Como é que se pode ler este capítulo e não rir a bandeiras despregadas?

O SEGREDO DE IORI E DE JONATHAN

Ai, credo, cruzes canhoto.

“Era noite, o sol já se tinha posto.”

Eu sei o que noite significa, Zuzarte, obrigado por me lembrares.

“Jonathan e os seus pararam em Andorra para pernoitarem. Lordes ingleses, e fidalgos franceses e espanhóis, que estavam de férias, encontravam-se reunidos a conversar num espaço acolhedor. Os filhos brincavam na neve e os nobres mais velhos jogavam às cartas.”

Era Magic, não era? Digam que era Magic, ao menos a imagem mental torna-se minimamente apelativa.

Ele está só um bocadinho viciado.

Ele está só um bocadinho viciado.

Notem, de resto, a extrema qualidade da prosa de Zuzarte. Andorra é isto, nada mais, nada menos. Eu nunca fui a Andorra, Zuzarte. Entendo que sejas menino rico e muito bem viajado, mas a única vez que pus os pés fora de Portugal foi numa curta viagem às Canárias, e não foi propriamente agradável. Podia dar muito bom uso a alguma, vá lá, pouca, descrição de Andorra. Nem isso dás.

Truques destes são o que fazem deste capítulo algo extremamente curto, até para os padrões normais dos outros capítulos. Se repararem, nada de grande importância acontece. Ora vejam lá.

“Jonathan e os seus amigos ficaram numa estalagem cujo nome ficará incógnito. Entraram e viram um grupo de pessoas que pareceram ser da alta sociedade, ali reunido. Riam-se, conversavam e uma delas tocava piano.”

Segue-se uma muito curta conversa, com Jonatã pedindo a chave do quarto. Quando o estalajadeiro ouve o nome dele, fica todo espantado e começa a chupar figurativamente a pila de Jonatã, aqui chamado de “herói dos Iberos e salvador dos gnomos”. Os fidalguetes juntam-se ao festival de congratulações, cobrindo-o de elogios, porque se há algo que precisa de ser afagado é o ego deste sociopata.

Vai toda a gente para a caminha. Minutos depois de Jonatã se meter na cama, eis que …

“[…] uma neblina entrou no quarto de Jonathan e tomou a forma de uma mulher-vampiro. Tinha um olhar de maldade e ódio, as pupilas dos olhos eram cor-de-rosa-claras [?!], que quase se misturavam com o branco. O cabelo era preto e seboso.

Inclinou-se até ao pescoço de Jonathan e abriu a boca. Quando os dentes o tocaram, ele acordou e espetou-lhe uma faca na barriga. A vampira caiu e pôs-se de cócoras. Jonathan pegou na espada e com um grito e um golpe certeiro cortou-lhe a cabeça. O sangue jorrou e ela caiu morta no chão.”

LOLOLOL literatura infantil

como é que isto foi publicado

A Mace sorri – SORRI! – ao ver o sangue, a tresloucada, e Jonatã decide sair da estalagem a correr.

Não. Oh não. Vocês vão ler isto também, raios vos partam.

“-É SÓ ISTO? – gritou Jonathan. – É SÓ ISTO QUE SABES FAZER, DRÁCULA?

Três homens encontravam-se no fundo da rua, todos eles encapuzados. O do meio apontou para Jonathan rapidamente e os outros dois que estavam à sua volta tiraram o capuz e a lua transformou-os em lobisomens.”

Vírgulas, Zuzarte, são as tuas amigas. Confia nelas. E é só isto que sabes fazer, Zuzarte?

“- O plano falhou, ataquem! – ordenou o homem do meio.

Os dois lobisomens preparavam-se para atacar Jonathan. Este sacou das suas duas pistolas e deu um tiro no rim de um deles, outro no coração e dois na cabeça, reduzindo-o a cinzas. O outro lobisomem saltou a dez metros de distância da sua presa. Jonathan pegou no crucifixo de arremesso e atirou-lho à cabeça. Ao enterrar-se no crânio, a prata de que era composta começou a cozer-lhe o cérebro.”

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“O lobisomem contorcia-se de dores e Jonathan pôs fim ao seu sofrimento, baleando-o no coração. A seguir, virou-se para o outro encapuzado que lhe disse:

– Nada mau para um humano na verdade … estou bastante impressionado. Como te chamas, humano?”

Espera, espera, espera. O quê? Tu acabaste de dizer que o plano falhou, claramente indicando que sabes perfeitamente quem o moçoilo é, e agora andas a perguntar-lhe o nome?

Tu sequer leste o que escreveste, minha besta?

“- Jonathan Strongheart – e ao apresentar-se, olhou para o céu e viu as nuvens destaparem a Lua. – Mas também sou conhecido por … Silverbolt – acrescentou, com a voz ligeiramente alterada.”

Hã? Quê?

“A luz da Lua atingiu Jonathan e, num ápice, começou a crescer-lhe pêlo prateado, as unhas transformaram-se em garras e os olhos mudaram de castanho para azul. O jovem Strongheart revelou-se um lobisomem, mas não um qualquer – era Silverbolt, o lendário lobisomem prateado, que, ao contrário dos outros, consegue controlar a sua transformação e não precisa de carne humana para sobreviver.”

Mas que incrível conveniência! Quase se diria que não se trata de uma maldição nem uma monstruosidade! Ah, mas os outros são, não é?

Vai-te cobrir de vespas, Zuzarte.

Mas ainda não chegámos à parte boa.

“- N … não é possível … Silverbolt … ele é real … – balbuciou o emcapuçado. – Não interessa, eu próprio tratarei de ti!” – acrescentou, retirando o manto que o cobria. Também era um lobisomem.

Silverbolt foi atacado com raiva e fúria, recebeu vários murros e pontapés, mas defendeu-se de todos os golpes, calmmente, e com um só braço; depois agarrou um braço do atacante, quando este tentou esmurrá-lo, de novo, e retribuiu-lhe com dois pontapés na cara. O combate foi longo e muitos dos golpes usados eram semelhantes aos de Jeet kune do (arte marcial que requer imensa rapidez para desferir golpes letais); a dada altura, Silverbolt agarrou no braço do inimigo e arremessou-o a alguns metros acima do chão. De seguida, reuniu uma espécie de energia nas mãos e disparou uma espécie de raio prateado ao lobisomem suspenso no ar, causando-lhe ferimentos graves e queimaduras de terceiro grau.”

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Portanto …

Delícia, delícia, assim você me mataaaaa … ai se eu te pego, Zuzarte.

“Enquanto o seu adversário caía, Silverbolt deu-lhe um murro nas costas com tanta força que ele voou ainda mais alto do que da primeira vez; saltou até ficar à mesma altura do adversário e depois atacou-o com uma joelhada nas costas e uma cotovelada na barriga. No momento em que o outro caía, Silverbolt voltou a utilizar os seus raios de prata para acabar com ele; o impacto foi fatal, pois o lobisomem caiu com tanta força que fez um buraco de dois metros de diâmetro no centro da rua.”

Fiquem lá com a gema. Eu duvido que haja alguém no mundo humorístico capaz de escrever algo deste calibre. Mas há mais!

“Silverbolt voltou a adquirir a sua forma original. Jonathan olhou para o cadáver e fez o sinal da Santa Cruz. Iori saiu à rua e foi a correr ter [sic] com o amigo.

– Estás bem?

– Sim, estou óptimo.

– Então … tu és um lobisomem.

– E tu és uma vampira – ele ripostou.

– Sim … sabes … a verdade é … eu sou uma vampira, mas não sou uma vampira nocturna.

– Nocturna?

– Sim, há dois tipos de vampiros, os diurnos e os nocturnos, Estes são os que matam pessoas e animais durante a noite; os outros, como eu, podem andar durante o dia, são até bastante simpáticos e amistosos, mas, às vees, alimentam-se de sangue – só às vezes … “

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E estavam vocês a queixarem-se do Twilight?

Porque nada faz sentido (outra vez), tudo passa em águas claras, porque Jonatã decide contar a sua história. Quando era pequeno, foi mordido por um lobo imortal qualquer, mas o seu pai largou-lhe uma martelada com tanta força que a cabeça do animal saltou (não, não estou a brincar, está assim mesmo. Martelos que cortam cabeças). Eis senão que o vírus da licantropia ficou nas veias do rapaz na mesma, só que agora tem todas as forças de um lobisomem, nenhuma das fraquezas e tem uma mestria sem paralelo das artes marciais.

Mas o que é isto? O Primeiro Dragon Ball Para Pirralhos?

E não temos mais nada. Foi isto o capítulo. Eu descreveria o novo companheiro que eles arranjam para a sua demanda, mas já me esqueci dele quase completamente, e acabei agorinha mesmo de ler sobre o idiota. Um bárbaro escandinavo qualquer, porque não mais um estereótipo ambulante para o grupo de Kumbaiah do Zuzarte?

Alguém me compre uma garrafa de Vodka. E uma booster box de Gatecrash e Dragon’s Maze. Preciso de afogar as minhas mágoas em álcool e míticas raras.

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2 comments on “O Zé Lê “O Filho de Odin”, de João Zuzarte Reis Piedade – Capítulo 8

  1. M. M. Silva Ramos
    Dezembro 25, 2013

    Se o senhor Zé soubesse que eu (re)leio o seu blog quando estou em baixo, já tinha postado uma outra critica à obra do dr. zuzarte.
    “Esbardalhei-me” a rir!!!

  2. Ana
    Janeiro 28, 2014

    Muito bom mesmo:) O wue me rio com estes posts:D

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